Ouse, sonhe os sonhos de Deus

Ouse, sonhe os sonhos de Deus

Eram vários irmãos, filhos de um chamado Jacó, um deles, ainda muito jovem, por nome José, tinha o hábito de sonhar desde crianças. Gênesis, capítulos 37 e 41. José trouxe seus sonhos para a escola da realidade, conheceu e superou os limites humanos, e cumpriu os propósitos de Deus em sua vida. O favoritismo de Jacó a José, a atitude de delação dos seus irmãos e própria arrogância de José no relato dos seus sonhos, demonstram os limites, a fraqueza humana que precisou vencer. Acima dos limites, da fraqueza humana, no entanto, está a ação soberana de Deus que usou tudo e todos para realizar os seus propósitos.

 

Os sonhos podem ser a associação de idéias às vezes incoerentes no sub-consciente de quem dorme; sinônimo de ilusão, devaneio e inconseqüência; percepções dos propósitos de Deus para a vida de quem sonha. Esses últimos são os sonhos que inspiram. Devem ser compartilhados com pessoas que também estejam vivendo na mesma dimensão espiritual, como aconteceu com Maria e Isabel. Lucas 1.39-45.

Atitudes como a de José e Maria nos ajudam a refletir e guardar no coração as revelações dadas por Deus por meio dos sonhos. As duras experiências de escravo e de presidiário, aliado à presença de Deus, que era com ele, eram os combustíveis de José para a realização de seus sonhos. As duras realidades da vida podem constituir em excelentes oportunidades para sermos bênção às pessoas onde quer que estejamos. A realização de um sonho depende de luta e de esforços. Certamente surgirá ao longo caminho desânimo, cansaço, doença e outras coisas, mas podemos vencer. Visões e sonhos são inspirações de Deus para prosseguirmos firmes como agentes de seu reino no mundo

 

A vitória de José tornou-se num instrumento de Deus para preservação da vida no tempo de fome generalizada no Oriente Médio. Além de José ter sido bênção para os egípcios e para o seu povo em vida, Jacó profetizou a seu respeito para os dias vindouros. Gêneses 49.1-22. José viveu a experiência de Jesus que transformou a cruz, um instrumento de vergonha e dor, num instrumento de salvação para toda a humanidade. Quando os nossos sonhos são percepções dos propósitos de Deus para a vida, eles nos dão forças para sermos capacitados na escola da vida, a fim de que possamos produzir frutos que abençoem nossos irmãos, pois a árvore precisa produzir frutos, mas nunca para si mesma.




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